24 Abril - Casamento da Maria João e Luís, e Baptizado do Duarte

Igreja Nossa Senhora da Penha de França
A Igreja da Penha de França e o convento com o mesmo nome, concluídos em 1598 e 1635, respectivamente, são obra do arquitecto Teodósio de Frias. Ambos foram destruídos pelo terramoto de 1755 e posteriormente restaurados com a ajuda do Marquês de Marialva e outros devotos, como lembra a placa colocada à saída do templo. Da freguesia situada na colina com 110 metros de altura, a mais alta das sete colinas de Lisboa, avista-se meia-cidade, num ângulo que se estende do Castelo de São Jorge ao Alto de São João.

Foi edificada no então Cabeço de Alperche, hoje Alto da Penha de França, e actualmente possui no seu altar-mor a imagem de Nossa Senhora da Penha de França e, num dos lados, uma reprodução da antiga ermida. No outro extremo do altar está uma figura representando um homem adormecido com o famoso “Lagarto da Penha” que, reza a lenda, o salvou milagrosamente de um ataque de uma cobra.
Foi neste magnifico local, que no passado dia 24 de Abril de 2010, se desenrolou a cerimónia de casamento da Maria João e do Luís, e o baptizado do pequeno Duarte, que contou com a seguinte sequência musical:

Entrada do noivo e do Duarte – Can You Feel the Love Tonight, Elton John
Entrada da noiva – Arioso, Bach
Aleluia – Mozart
Alianças – Ária , Bach
Deslocação para a Pia Baptismal – Jesu, Joy of Man's Desiring, Bach
Após o Baptismo – Gabriel’s Oboe, Ennio Morricone
Assinaturas – Aladino, Tema do filme
Saída noivos – She, Elvis Costello

Maria João e Luís, desejamos muitas felicidades e muita saúde, para verem crescer o rebento do vosso amor, Duarte, durante muitos e longos anos, são os votos do Ensemble FazMúsica.

17 Abril - Igreja de São Silvestre, Gradil

A Igreja Matriz de São Silvestre do Gradil (Imóvel de Interesse Público), voltou a acolher a nossa música, para brindar o Luis e a Isabel na sua cerimónia de casamento, que se realizou no passado dia 17 de Abril de 2010. A sequência musical escolhida pelos noivos foi:

Entrada da noiva: Canon, Pachelbel
Aleluia Gregoriano
Benção e entrega das Alianças: Avé Maria, Schubert
Santo: Sanctus, Schubert
Abraço da Paz: Jesu, Joy of Man's Desiring, Bach
Comunhão: Ária de Bach
Assinaturas: Nella Fantasia, Ennio Morricone
Saída dos Noivos: Marcha Nupcial, Mendelsshon

Datas importantes da Igreja do Gradil: durante o século XVII, sofreu a edificação ou reedificação do núcleo base do edifício actual (ainda que certos pormenores revelem uma construção eventualmente do século anterior) e aplicação do revestimento azulejar da nave, do tipo tapete; em 1760 dá-se a reedificação da igreja, provavelmente na sequência dos danos causados pelo terramoto de 1755; em 1801 é inaugurado o órgão do coro-alto, contruido e tocado por António Xavier Machado e Cerveira, o seu órgão n.º 59 e em 1897 marca a data da colocação de um novo sino, que persiste até aos dias de hoje.

Para a Isabel e Luis, votos sinceros de uma vida repleta de harmonia aliada à felicidade. Sejam muito felizes.

20 de Março de 2010

No primeiro casamento do ano de 2010, deslocamo-nos à Igreja de São Pedro em Alcântara, situada na freguesia portuguesa de Alcântara, no concelho de Lisboa, mais precisamente na Calçada da Tapada.

Esta igreja paroquial, foi o palco escolhido pelo nosso primeiro par de noivos de 2010, Ana Filipa e Pedro, e foi erigida em 1782, e apresenta traços muito semelhantes à Basílica da Estrela, embora de dimensões mais reduzidas.

São Pedro de Alcântara, de nome verdadeiro Juan de Garabito y Vilela de Sanabria (Alcántara, Extremadura, 1499 — Arenas de San Pedro, Castela e Leão, 18 de Outubro de 1562) foi um frade franciscano espanhol.


Nasceu no seio de uma família nobre. Estudou Direito na Universidade de Salamanca, mas abandonou os estudos e tomou uma vida religiosa em 1515 no convento de São Francisco de los Majarretes, perto de Valência de Alcântara, onde toma o nome de frade Pedro de Alcântara.
Viajou até Portugal para reformar uma das Províncias Franciscanas da altura. Estabeleceu-se na Serra da Arrábida, no século XVI, sendo bastante apreciado pelo rei D. João III. Fundou uma série de mosteiros para os chamados Arrábidos (ou Capuchos, noutras zonas do país). Escreveu toda a regra da comunidade em Azeitão. Mais tarde os Arrábidos foram colocados no Convento de Mafra por D. João V. Acabaram por ser expulsos quando da implantação do Liberalismo e foram reintegrados na Ordem Franciscana. Foi beatificado pelo papa Gregório XV em 1622 e canonizado por Clemente IX em 1669.

Para a Ana Filipa e Pedro, votos sinceros de muitas felicidades.