Palácio da Cruz Vermelha - Ana Rita & Gonçalo

No centro aristocrata de Lisboa, debruçado sobre o Tejo, fica situado o Palácio da Rocha do Conde d’Óbidos, também conhecido como o Palácio da Cruz Vermelha.


Este Palácio foi mandado construir no segundo quartel do século XVII, por D. Vasco de Mascarenhas, alcaide-mor e 1.º Conde d`Óbidos. Em 1919, por escritura lavrada a 30 de Junho, entre D. Pedro de Mello d' Assis Mascarenhas, 11º Conde d' Óbidos, e o General Joaquim José Machado, 8º Presidente da Cruz Vermelha Portuguesa, é adquirido, por 65 contos, pela Sociedade Portuguesa da Cruz Vermelha. À data da compra, a área nobre do palácio estava alugada ao Club Inglês. Posteriormente, com a autorização da Cruz Vermelha Portuguesa, nele funcionou a Secretaria da Academia Portuguesa de História. Foi, ainda, residência de Jorge Colaço, autor do painel de azulejos exposto no Terraço e serviu, durante a Segunda Guerra Mundial, de enfermaria aos prisioneiros das potências beligerantes. As características e indiscutível beleza do Palácio da Rocha do Conde d' Óbidos reconhecido em 1993, como imóvel de interesse público, despertaram, desde muito cedo, interesse para o seu aproveitamento para a organização de eventos sociais e culturais.


Aliando quatro séculos de história e um valioso património arquitetónico e artístico, este Palácio foi o local escolhido pela Ana Rita e pelo Gonçalo para a cerimónia do seu casamento, no dia 12 de Novembro de 2011.

Com uma vista deslumbrante sobre o rio Tejo, a área nobre do Palácio da Rocha do Conde d'Óbidos é composta por seis sumptuosos salões - Conselho Supremo, Parábolas, D. João de Castro, Grinaldas, Mitologia e de Jantar, todos estes revestidos de painéis de azulejos do tipo do século XVIII. Neste piso existem também uma Biblioteca renascentista e uma pequena Capela. Do património artístico do Palácio, destacam-se as pinturas ornamentais, os lustres magníficos, os tetos apainelados e o diverso mobiliário antigo.


O Terraço, contíguo aos salões, permite ampliar estes espaços e utilizar um toldo, sempre que necessário. Daqui pode-se desfrutar de uma vista única sobre as docas da Rocha e de Alcântara, na margem direita, e a Ponte 25 de Abril, o Cristo-Rei, Almada e Cacilhas, na margem esquerda do rio Tejo.
Ana Rita e Gonçalo, o Ensemble FazMúsica deseja-vos muitas felicidades e que sejam felizes por muitos e longos anos!

Igreja de S. Sebastião, Setúbal - Dayanna & Hugo

A Igreja de São Sebastião situa-se no largo de São Domingos, em Setúbal, acolheu a nossa música, no dia 12 de Novembro de 2011, para a cerimónia de casamento da Dayanna e do Hugo e baptismo do pequeno filhote.


A primitiva igreja de São Sebastião era uma pequena ermida, edificada cerca de 1490 no local do actual miradouro da cidade de Setúbal, sendo designada sede de freguesia em 1553. A ermida medieval, na época já muito danificada devido ao terramoto de 1755, acabaria por ser demolida em meados do século XIX. A actual igreja paroquial de São Sebastião, situado no convento dominicano, foi fundada entre 1564 e 1566, numa obra patrocinada por D. Sebastião. A traça do templo é atribuída a Afonso Álvares, arquitecto régio que executou as igrejas de São Roque, em Lisboa, e do Espírito Santo, em Évora, quer pelas semelhanças estruturais entre os três templos, quer pela contemporaneidade das obras. Embora o terramoto de 1755 tenha danificado bastante a estrutura do templo, a igreja de São Sebastião mantém a estrutura original. Exteriormente, apresenta fachada composta por três corpos de altura igual, separados entre si por pilastras toscanas, e rematados por entablamento. O conjunto é coroado por frontão triangular. As janelas que ornamentam o registo superior, bem como o portal principal, foram transformados após o terramoto. O interior, de nave única, possui capelas laterais intercomunicantes, e era originalmente coberto por abóbada de berço, destruída com o terramoto e substituída por cobertura de madeira. As duas capelas mais próximas da capela-mor, de cércea mais elevada e mais profundas, constituem um falso transepto.


A capela-mor, ladeada por duas capelas, apresenta sinais de ter sido ampliada, possivelmente no período pós-terramoto, sendo decorada por retábulo de talha policroma pombalina, com pinturas dedicadas a Nossa Senhora do Rosário, que se assemelham muito ao retábulo da Igreja de São Julião de Setúbal, executado no final do século XVIII. Os restantes altares de talha, bem como o frontão do arco triunfal, são também de tipologia pombalina, policromos, executadas na mesma época em que as capelas laterais foram fechadas com altares à face. Exceptua-se a Capela do Santíssimo, que manteve a profundidade original. O espaço interior da igreja é iluminado por várias janelas de sacada, abertas sobre as capelas laterais. Embora tenha sofrido algumas alterações estruturais, a igreja de São Sebastião pode ser definida como "um edifício marcante na evolução da arquitectura portuguesa da segunda metade do século XVI".

Dayanna e Hugo, foi com o maior prazer que participamos neste vosso dia, e queremos desejar-vos as maiores felicidades e muita saúde para verem o vosso filho crescer, são os votos do Ensemble FazMúsica.

Igreja de São Domingos de Benfica - Mariana & João

A Igreja de São Domingos de Benfica fica situada no Largo de São Domingos, em Benfica, muito perto do Palácio dos Marqueses de Fronteira. Faz parte de um convento dos Dominicanos, fundada em 1399, que foi renovado várias vezes - mais recentemente no século XIX. Esta foi a igreja escolhida pela Mariana e pelo João para a cerimónia do seu casamento, que se realizou no dia 5 de Novembro de 2011 e contou com o seguinte programa musical:

 Entrada do Noivo e Convidados - Canon, Pachelbel
Entrada da Noiva - Marcha Nupcial, Mendelsshon
Aleluia Gregoriano
Benção e entrega das Alianças - Jesu, Joy of Man's Desiring, Bach
Abraço da Paz – Hornpipe, Haendel
Comunhão - Ave Verum Corpus, Mozart
Assinaturas – La Rejouissance, Haendel
Saída dos Noivos – Amazing Grace


A pequena igreja, que geralmente é mantida fechada, ficou tão danificada com o terramoto que a maioria tinha que ser reconstruído. As paredes estão decoradas com azulejos de António de Oliveira que datam do século XVIII. No interior, destacam-se várias estátuas esculpidas em mármore Carrara e Arrábida. Os túmulos de muitos membros da família de Fronteira, a quem pertencia o palácio vizinho, encontram-se na capela-mor.

Votos de felicidades e que sejam felizes por muitos anos!

Igreja da Aldeia de Paio Pires - Ana & Filipe

No sábado dia 29 de Outubro de 2011 decorreu o casamento da Ana e do Filipe, na Igreja de Nossa Senhora da Anunciada, na Aldeia de Paio Pires.


As primeiras referências à ermida de Nossa Senhora da Anunciação da Aldeia de Paio Pires datam do século XVI, sendo mencionada na visitação efetuada pela Ordem Militar de Santiago a Almada em 1564-1565, considerada então, tal como as demais ermidas existentes no território hoje correspondente ao concelho do Seixal, como ermida anexa à Igreja de Santiago de Almada. Infelizmente, a ata da visitação não nos fornece a descrição do edifício nessa época, limitando-se a inventariar os bens existentes no templo.
Inicialmente este local de culto era somente uma pequena capela, com um telhado de duas águas, onde existia um pequeno altar e se venerava N. Sr.ª da Anunciada. Diz-se mesmo que D. Paio Peres Correia (cavaleiro das hostes de D. Afonso Henriques, ao qual a localidade deve o seu nome), quando aqui acampou com as suas tropas já encontrou esta capela e que prestou culto aos pés desta santa.

Em 1850, um filho da terra, proprietário de uma livraria em Lisboa (na Rua do Ouro), de seu nome José António Rodrigues, contactou com várias personalidades e conseguiu a verba suficiente para transformar a Igreja Matriz. Esta obra contou também com o apoio da família Lima que era bastante devota a esta santa. A obra foi terminada em 1851, precisamente no 1.º domingo de agosto para as festas da N. Sr.ª da Anunciada. Para além da imagem de Nossa Senhora da Anunciada, podemos ver também imagens de S. Francisco Xavier, S. Sebastião, Santo António, Imaculada Conceição, Nossa Senhora da Consolação, Sagrado Coração de Jesus e S. José.
A paróquia é instituída em 26 de Setembro de 1802, onde aconteceram as celebrações na Igreja de Nossa Senhora da Anunciada da Aldeia de Paio Pires, considerando-se assim instituída a nova paróquia. Em Outubro do mesmo ano, são lavrados os primeiros assentos de batismo, encontrando-se atualmente os respetivos livros de registo paroquial de Aldeia de Paio Pires depositados no Arquivo Distrital de Setúbal. A demarcação dos limites da nova paróquia terá sido efetuada em Março de 1803, coincidindo hoje com o território paroquial.

Ana e Filipe desejamos as maiores felicidades, são os votos do 
Ensemble FazMúsica!